Supermercado e minimercado
Ruptura na gôndola é venda que não volta.
O cliente que não encontra o item na prateleira não adia a compra, ele leva a marca do lado ou termina o carrinho em outra loja. Essa venda não aparece em relatório nenhum, porque o que não foi vendido não vira registro.
Enquanto isso, do outro lado da loja, tem estoque parado: produto ocupando espaço, capital e prazo de validade sem giro que justifique o volume que foi comprado. As duas coisas acontecem na mesma semana, e as duas nascem da mesma decisão de compra.
O que dói aqui
Quatro coisas que o encarregado já sabe.
- 01
A gôndola vazia do item que sai todo dia
O produto de maior giro é o que some primeiro entre uma entrega e outra, e é justamente o que o cliente vai buscar em outro lugar quando não acha.
- 02
A quebra do perecível que chegou demais
Fruta, frios e padaria não perdoam compra generosa. O que sobra não espera o mês seguinte, vira perda com data marcada desde o dia em que entrou.
- 03
Mix grande demais para acompanhar de perto
O encarregado conhece de cor os itens que passam pela mão dele todo dia. Os outros milhares seguem sendo comprados no automático, e é neles que o dinheiro trava.
- 04
O fornecedor que entrega uma vez por semana
Quando a reposição só volta daqui a sete dias, errar a quantidade custa a semana inteira de venda daquele item, e não o dia do pedido.
O que você recebe
Quatro respostas, por item e por loja.
- 01
Os itens que estão faltando na gôndola
A lista dos produtos que acabam antes da próxima entrega, com o tamanho da venda que cada um deixa de fazer por mês.
- 02
Onde a quebra de perecível está concentrada
Quais itens perdem validade por compra grande demais e quais perdem por outra razão, que é uma conversa diferente e uma solução diferente.
- 03
Quanto pedir de cada item no dia do pedido
Quantidade por produto e por loja, calculada sobre o que aquela loja vende de verdade e sobre o intervalo real entre as entregas daquele fornecedor.
- 04
Quanto precisa ficar guardado sem inchar o estoque
O colchão mínimo por item para aguentar atraso de entrega e pico de fim de semana, calculado item a item em vez de aplicado por igual no mix inteiro.
Como começa
Três passos, com o que você já tem.
- PASSO 01
Você exporta
As vendas dos últimos 12 meses e a posição atual de estoque, do jeito que o sistema da loja exportar.
- PASSO 02
Nós devolvemos o Raio-X
O que está faltando na gôndola, o que está parado na prateleira e quanto cada um dos dois custa por mês.
- PASSO 03
Você decide se vale seguir
Se o problema for pequeno, dizemos isso. Se for grande, o passo seguinte é virar rotina de compra com o seu time.
Dúvidas frequentes
O que perguntam antes de começar.
Separando os itens que realmente saem rápido do resto do mix e protegendo só esses. Ruptura e excesso parecem problemas opostos, mas convivem na mesma loja porque a compra costuma aplicar o mesmo critério a produtos de comportamento muito diferente. Quando a quantidade é calculada por item, o giro alto ganha cobertura e o giro baixo para de acumular.
Porque a compra daquele item é grande demais para o que ele vende, quase sempre por causa de um pedido mínimo ou de uma promoção do fornecedor. Perecível não aceita compensar depois: o que não sai no prazo vira perda com data marcada desde a entrada. Distinguir a perda que vem de compra grande da que vem de manuseio muda a ação, porque as duas têm solução diferente.
Dá, porque a análise parte do que o sistema exporta e devolve o resultado no formato que a equipe já usa para comprar. O que é preciso ter é data, produto e quantidade vendida dos últimos 12 meses, mais a posição atual de estoque. Trocar de sistema é outro projeto, que só faz sentido depois do problema medido.
Próximo passo
Comece pela loja que mais te preocupa.
Consultoria de estoque para supermercado começa pequena: uma loja e 12 meses de histórico bastam para medir o que a ruptura e a quebra estão custando por mês.