Atacado e distribuição

Capital parado em palete não vira faturamento.

No atacado a compra é grande por definição, e é por isso que o erro sai caro em dobro: o dinheiro sai do caixa de uma vez e volta devagar, enquanto o palete ocupa posição, movimentação e conferência todo mês em que fica parado.

A conta que ninguém faz é a do item de cauda longa. Ele quase nunca falta, quase nunca sai, e representa uma fatia do capital de giro que poderia estar comprando o que gira toda semana.

O que dói aqui

Quatro conversas que voltam toda semana.

  1. 01

    O lote mínimo que o fornecedor impõe

    Comprar abaixo dele não é opção, e comprar em cima dele sem saber a saída daquele item é como o capital fica preso sem ninguém decidir que ficaria.

  2. 02

    A cauda longa que ninguém revisa

    São muitos itens de saída pequena, cada um irrelevante sozinho. Somados, ocupam uma parte do armazém e do capital de giro que nunca entra na conversa.

  3. 03

    A falta no item que sustenta o faturamento

    Enquanto o dinheiro está preso no que não sai, falta o que sai todo dia. E no atacado a falta não custa uma unidade: custa o pedido inteiro do cliente.

  4. 04

    O prazo do fornecedor que é outro na prática

    O prazo combinado entra na negociação, o prazo real entra na reposição. Quando os dois não batem, a decisão de recompra foi tomada com o número errado.

O que você recebe

Quatro números para a próxima negociação.

  1. 01

    Quanto capital está preso, item a item

    O valor parado em cada produto e há quanto tempo, para a conversa sobre estoque deixar de ser sobre volume e passar a ser sobre dinheiro.

  2. 02

    A curva de saída real do seu mix

    Quais itens sustentam o faturamento, quais empatam e quais só ocupam posição, medido pela saída dos últimos 12 meses e não pela impressão da equipe.

  3. 03

    Quanto comprar quando o lote mínimo manda

    A quantidade que faz sentido por item considerando o lote que o fornecedor exige e o tempo que aquele volume leva para sair.

  4. 04

    O prazo que cada fornecedor cumpre de fato

    O intervalo real entre pedido e recebimento, por fornecedor, que é o número que define quando recomprar sem parar de vender.

Como começa

Três passos, sem parar a operação.

  1. PASSO 01

    Você exporta

    As saídas dos últimos 12 meses e a posição atual do armazém, no formato que o seu sistema já gera.

  2. PASSO 02

    Nós devolvemos o Raio-X

    Quanto capital está parado, em quais itens, e quanto a falta nos itens de alta saída está custando por mês.

  3. PASSO 03

    Você decide se vale seguir

    Com o tamanho do problema medido em reais, a decisão de virar rotina de compra deixa de ser aposta.

Dúvidas frequentes

O que perguntam antes de começar.

  • Cruzando a posição atual com a saída dos últimos 12 meses, item a item, para transformar volume em dinheiro e tempo. O número que interessa não é quanto vale o estoque, é há quantos meses cada item está lá sem sair. É essa segunda leitura que mostra onde o capital de giro está preso e o que ele deixou de comprar.

  • Obriga a comprar em blocos, o que é diferente de comprar sem critério. Com a saída real de cada item medida, dá para saber em quanto tempo aquele lote sai e decidir com número na mão: comprar, negociar um lote menor, ou aceitar que aquele item vai imobilizar capital por um período conhecido. O problema não é o lote, é decidir sem saber quanto tempo ele leva para virar venda.

  • Nem sempre, e essa é a decisão que exige número em vez de intuição. Parte da cauda longa existe para sustentar o pedido do cliente que compra o mix inteiro, e cortar esses itens custa mais do que mantê-los. O que a análise separa é o item que segura relacionamento comercial daquele que só ficou no cadastro, e o segundo grupo costuma ser maior do que a equipe imagina.

Próximo passo

Comece pela linha que mais imobiliza capital.

Doze meses de saída bastam para separar o que sustenta o faturamento do que só ocupa posição.