Planejamento integrado

Demanda, suprimento e execução no mesmo plano.

Cada área planeja bem sozinha. Comercial projeta demanda, suprimentos projeta reposição, produção projeta capacidade. Os três planos são defensáveis dentro da própria área e assumem coisas diferentes sobre o mesmo mês.

O desencontro só aparece na execução, quando já virou falta de insumo, estoque parado ou hora extra. A conversa que resolveria isso precisava ter acontecido no planejamento, com os três números na mesma tela.

SAP IBP

Experiência em cadeia de suprimentos.

Temos experiência em cadeia de suprimentos e em SAP IBP, plataforma usada para conectar planejamento de demanda, suprimento e execução em um ciclo único. Conhecer a ferramenta importa menos do que conhecer o processo que ela organiza, e é essa parte que costuma faltar.

Implantação de IBP entrega estrutura de planejamento. O que quase sempre continua faltando é a camada ao redor: o dado que precisa entrar e não vem de forma automática, o relatório que a diretoria pede em outro recorte, o alerta quando o plano e o realizado se afastam.

O que construímos

A camada que liga o plano ao dia a dia.

Construímos o que conecta o planejamento ao resto da operação: integração das bases que alimentam o plano, painéis com o recorte que cada nível de decisão precisa e envios automáticos para quem acompanha sem entrar na ferramenta.

O objetivo é que o plano deixe de ser um documento revisado em ciclo e passe a ser algo que a operação consulta. Plano que só é visto na reunião mensal descreve o passado com atraso.

Ciclo

Plano que envelhece devagar.

Todo plano começa a ficar velho no dia seguinte ao fechamento. A questão é a velocidade. Se a revisão é mensal e o realizado só aparece consolidado duas semanas depois, metade do ciclo é decidida com informação que já não descreve a operação.

Reduzir essa defasagem depende menos de replanejar com mais frequência e mais de encurtar o caminho do dado. Quando o realizado chega automaticamente, a comparação entre plano e execução deixa de ser um exercício de fechamento e vira consulta.

Isso também muda o que se discute na revisão. Com o desvio visível ao longo do mês, a reunião deixa de ser sobre descobrir o que aconteceu e passa a ser sobre o que fazer, que é a conversa que justifica reunir as três áreas.

Vale a ressalva: plano integrado não elimina desvio, e prometer isso seria desonesto. Demanda erra, fornecedor atrasa, máquina para. O que muda é o tempo entre o desvio acontecer e alguém conseguir agir sobre ele.

Próximo passo

Traga o mês em que o plano e o realizado mais se afastaram.

Entender por que a diferença apareceu costuma mostrar qual informação faltava e em que momento ela precisaria estar disponível.

Agendar diagnóstico →