Gôndola, validade e giro
Mix grande, margem apertada e perecível com prazo curto. Onde faltar e sobrar acontecem na mesma semana.
Bazzin Tecnologia
Analisamos seu histórico de vendas e mostramos, produto por produto, quanto comprar, quando comprar e quanto manter em estoque. Sem trocar seu sistema.
role para percorrer
O problema
Quem compra hoje olha o saldo atual, lembra do mês passado e decide. Funciona até a loja crescer, o mix dobrar e o fornecedor atrasar. Aí começa a acontecer as duas coisas ao mesmo tempo: falta o produto que sai todo dia e sobra o produto que ninguém leva.
Não é um problema de esforço. É um problema de método. O dado que responde quanto comprar já está no seu histórico de vendas, ele só nunca foi lido dessa forma.
O que você recebe
A lista dos itens que saem rápido e ficam fora da gôndola antes da próxima entrega, com o tamanho da venda que isso custa por mês.
Os itens que ocupam prateleira, capital e prazo de validade sem giro suficiente para justificar o volume comprado.
Quantidade e data de recompra por produto, calculadas a partir do que você vende de verdade e do tempo que cada fornecedor demora.
O quanto precisa ficar guardado de cada item para aguentar atraso de fornecedor e pico de venda, sem inflar o estoque inteiro.
Produto que começou a cair, produto que disparou, efeito de época. Você fica sabendo antes de a compra errada já ter sido feita.
Consultoria que entrega arquivo e vai embora não muda nada. O time que compra precisa saber rodar a rotina sozinho.
Calculadora
Responda cinco perguntas sobre um produto que você vende e veja quanto precisa ficar guardado dele, e em que saldo fazer o próximo pedido.
Como esse produto se comporta?
Onde fica o fornecedor desse produto?
De quanto em quanto tempo você compra esse produto?
De cada 100 vezes que alguém procura esse produto, é em quantas ele precisa estar lá.
Prazo de entrega e variação de venda usam faixas médias de mercado, escolhidas a partir das suas respostas. Elas servem para dimensionar um produto, não para substituir o seu histórico.
Estoque de segurança
192 unidades
é o mínimo que precisa ficar guardado para aguentar atraso do fornecedor e pico de venda.
Ponto de pedido
472 unidades
compre de novo quando o saldo desse produto chegar nesse número.
Vezes por ano que você vai ficar sem esse produto
2,6
no nível de atendimento que você escolheu, com 52 pedidos por ano.
Quanto custa cada nível de atendimento
| Nível | Estoque de segurança |
|---|---|
| 90% | 150 un |
| 95%seu nível | 192 un |
| 98% | 240 un |
| 99% | 272 un |
Esse cálculo usou um produto e valores médios de mercado. O Raio-X de Estoque faz a mesma conta para o seu catálogo inteiro, com o histórico real de vendas e o prazo real de cada fornecedor, produto por produto e loja por loja.
Setores
Mix grande, margem apertada e perecível com prazo curto. Onde faltar e sobrar acontecem na mesma semana.
Compra em escala, capital imobilizado alto e decisão de reposição que precisa de número, não de feeling.
Falta de matéria-prima para a linha e almoxarifado cheio do que não entra em produção.
Processo
Você manda o histórico de vendas dos últimos 12 meses e a posição atual de estoque, do jeito que estiver: planilha, exportação do ERP, arquivo do contador. Nós tratamos o resto.
Devolvemos o Raio-X: o que está faltando, o que está sobrando e quanto cada um dos dois custa por mês. Se não houver problema relevante, dizemos isso.
Calculamos quanto comprar, quando comprar e quanto manter de cada item. Você revisa e aprova antes de virar rotina.
Implantamos a rotina de compra e treinamos o time. A partir daqui a decisão de compra deixa de depender de memória.
Contato
O Raio-X de Estoque é o primeiro passo: você envia o histórico de vendas e a posição atual de estoque, e recebe o diagnóstico com o tamanho do problema em reais. Se não fizer sentido seguir, dizemos isso.
Dúvidas frequentes
A sugestão do ERP quase sempre parte de média de consumo e de um estoque mínimo digitado à mão. Ela não separa produto previsível de produto errático, não considera o prazo real de cada fornecedor e não distingue queda de venda de efeito de época. O resultado é uma sugestão que o comprador aprende a ignorar. O que fazemos é calcular quanto comprar de cada produto a partir do comportamento real de cada item, e devolver esse número para dentro do processo que você já usa.
Basta para os cinquenta itens que ele acompanha de perto. Não basta para os outros milhares. Memória é excelente para o produto de alto giro e ruim para a cauda, que é justamente onde o capital fica preso. Ninguém vai substituir o comprador. O que muda é que ele para de decidir no escuro fora dos itens que domina.
Dá, e é o caso mais comum. Precisamos de data, produto e quantidade vendida. Cadastro duplicado, descrição inconsistente e furo de estoque aparecem em praticamente todo cliente, e tratar isso faz parte do diagnóstico. Se o dado estiver ruim a ponto de inviabilizar a análise, dizemos isso antes de cobrar qualquer coisa.
Não. A análise usa o que o seu sistema já exporta e devolve o resultado no formato que a sua equipe já usa. Trocar sistema é um projeto separado, que só faz sentido depois que o problema estiver medido, e nem sempre faz.
O diagnóstico sai em dias. O efeito na operação aparece no ciclo de compra seguinte, porque é ali que a decisão muda. Antes de rodar a análise não damos percentual de melhoria, porque qualquer número dito nesse momento seria chute.
Produto sem histórico não entra no cálculo estatístico, entra por analogia com itens de comportamento parecido e por política de introdução. É uma parte pequena do mix e um problema conhecido, não um impedimento.
Começa com o Raio-X de Estoque: você envia 12 meses de histórico de vendas e a posição atual de estoque, e recebe o diagnóstico com o tamanho do problema em reais. Escopo e prazo fechados, informados antes de começar.